Intimidade sem Dor · Aline Marques

Doeu.
E você continuou mesmo assim.

Mulher sentada na beira da cama envolta em uma manta, na luz da manhã

Você não falou nada. Respirou fundo, contou os segundos e esperou acabar. E na próxima vez, arrumou um motivo pra não ter.

Dor na relação é comum. Nunca foi pra ser normal. E quase sempre tem um ciclo por trás dela — que dá pra interromper.

R$ 197,00R$ 9,90Preço de lançamento

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42páginas em PDF
3etapas, no seu ritmo
0aparelho ou remédio

Antes de continuar — quando procurar médico

Se a dor é forte, constante ou nova, procure um médico primeiro.

Sangramento, dor fora da relação, febre, corrimento com odor ou dor que apareceu de repente pedem avaliação. Endometriose, infecção e outras condições precisam de diagnóstico — e este guia não faz isso.

O que ele trata é o cenário mais comum, e o mais ignorado:

  • Dói na entrada. Ardência, queimação ou aquela sensação de que não cabe. Depois melhora, ou você se acostuma.
  • Já foi ao médico e "está tudo normal". Exame limpo, nada errado — e a dor continua lá.
  • Você começou a evitar. Dormir mais cedo, dizer que está cansada, torcer pra não vir hoje.

Se algum for você, continue.

Exame normal não significa que a dor é da sua cabeça. Significa que a causa não está no lugar onde procuraram.

Mão pousada sobre o lençol à noite, com o abajur aceso ao fundo

A frase que eu mais escuto

"Eu aguento. Ele não tem culpa."

Ela escreveu isso pedindo desculpa. Pelo texto longo, por estar incomodando, por ainda estar acordada.

Contou que dói há quase dois anos. Que já fez exame e deu tudo normal. E que nunca falou com ele porque não queria estragar.

"Eu fico contando no relógio quanto falta. Depois choro no banho e no dia seguinte está tudo bem de novo."

O que me dói nessa mensagem não é a dor física. É o pedido de desculpa.

Ela achava que estava sendo difícil. Estava sendo educada com todo mundo, menos com o próprio corpo.

Mesa de cabeceira com copo de água, livro fechado e xícara fria

Por que nada resolveu

Todo mundo tentou resolver na hora.

Mais lubrificante. Ajuda quando o problema é ressecamento. Não ajuda quando o músculo já está fechado antes de começar.

Uma taça de vinho pra relaxar. Relaxa a cabeça, não o assoalho pélvico. E ainda ressseca.

"Vai com calma que passa." Bem-intencionado e inútil. Transfere pra você a tarefa de relaxar enquanto seu corpo espera doer.

Fingir que está tudo bem. É o que mais funciona no curto prazo, e o que mais custa caro. Cada vez ensina o corpo que ali dói.

Todas essas tentativas acontecem no momento errado. Quando chega a hora, a decisão já foi tomada — pelo seu corpo, horas antes.
Caderno aberto sobre a mesa ao lado de uma xícara de chá, na luz da manhã

A causa que ninguém explica

A dor virou um ciclo. E o ciclo se alimenta sozinho.

Funciona assim, e é bem simples de entender.

Doeu uma vez. Seu corpo aprendeu. Na próxima, o músculo do assoalho pélvico se contrai antes, por reflexo, tentando proteger.

Músculo contraído dói mais. E aí a dor confirma o aprendizado.

Roda de novo. E de novo. Até que a antecipação da dor passa a doer mais que a causa original — que muitas vezes já nem existe mais.

É o mesmo reflexo de quando alguém finge que vai te dar um tapa e você pisca. Ninguém encostou. O corpo fechou sozinho.

Por isso exame normal e dor real convivem tão bem. O problema não está no tecido. Está no reflexo.

Mãos apoiadas no peito e no baixo ventre durante um exercício de respiração

As 3 etapas, nessa ordem

Três etapas — e as duas primeiras são sozinha.

Ninguém desaprende um reflexo sob pressão. Por isso o guia começa longe da relação, sem plateia e sem hora marcada.

Etapa 1

Desarmar

Respiração diafragmática e relaxamento do assoalho pélvico — o oposto do kegel. A maioria das mulheres com dor não precisa fortalecer: precisa aprender a soltar.

Etapa 2

Reeducar

Toque progressivo, no seu ritmo, sozinha, sem meta e sem penetração no começo. É assim que o corpo reaprende que aquele contato não termina em dor.

Etapa 3

Voltar a dois

Como conversar sem transformar em acusação, como recomeçar devagar e o combinado que muda tudo: poder parar a qualquer momento, sem justificar.

Sem aparelho, sem remédio, sem prazo obrigatório. Você avança quando o corpo avança.

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Casal sentado junto no sofá sob uma manta, na luz da tarde

Quem está falando com você, e há quanto tempo

Cinco anos ouvindo o que ninguém conta em voz alta.

A Libertina atende saúde íntima feminina todos os dias há cinco anos. Este guia nasceu dessas mensagens.

95 milpedidos atendidos desde 2021
66 milclientes acompanhadas de perto
1,1 milhãode visualizações nos conteúdos da Aline
5 anosde conversas sobre saúde íntima

O que clientes da Aline dizem

★★★★★

"Tive vergonha de comprar, fui pro WhatsApp. A Aline me atendeu sem julgamento nenhum, me ajudou a escolher. Volto a comprar com ela sempre."

C
Carla S.
Curitiba · PR
★★★★★

"Embalagem absurdamente discreta e atendimento de verdade. Ele me agradeceu até hoje."

A
Amanda R.
São Paulo · SP
★★★★★

"Casamos há 11 anos. Pedi pro meu marido me surpreender. Não dormimos. Voltamos a namorar."

J
Juliana M.
Belo Horizonte · MG

Quem escreveu, e por que ela sabe

Não é teoria. É o que ela responde todo dia.

Aline Marques, fundadora da Libertina

Aline Marques

Quem atende, é ela mesma.

Segunda a sexta, das 11h às 17h, é a Aline quem lê e responde as mensagens no WhatsApp da Libertina. Não é personagem de marketing. Este guia é a versão organizada do que ela explica há cinco anos, uma mulher por vez.

"Nenhuma mulher devia achar que aguentar faz parte. E quase toda que me escreve acha."
Tablet sobre a cama ao lado de uma vela acesa e uma xícara

O que chega no seu e-mail

42 páginas.
Nenhuma delas te culpa.

🩺Quando procurar um médicoOs sinais que pedem avaliação antes de qualquer exercício. Vem primeiro, de propósito.
🌬️Respiração e relaxamentoO oposto do kegel. Como soltar o músculo que aprendeu a se fechar sozinho.
🌿Toque progressivo, no seu ritmoPasso a passo, sozinha, sem meta e sem prazo. Você para quando quiser.
💬Como conversar com eleAs palavras exatas pra dizer sem soar como acusação nem como rejeição.

Chega em PDF, no seu e-mail, minutos depois do pagamento. Nada é enviado para o seu endereço.

Quanto custa, e por quê

Custa menos que um café — e é de propósito.

R$ 197 teria gente pagando. Mas quem mais precisa é justamente quem já vem adiando há anos.

Então tirei o preço da equação.

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À vista, uma única vez. Sem assinatura e sem cobrança recorrente.

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Garantia de 7 dias, sem pergunta nenhuma

Leia tudo. Se achar que não é pra você, responde o e-mail que devolvemos os R$ 9,90 — e o guia continua com você.

As 5 perguntas que todo mundo faz

Perguntas que todo mundo faz.

Meu exame deu normal. Então é da minha cabeça?

Não. Dor real com exame normal é um cenário conhecido e tem explicação física: o reflexo de contração do assoalho pélvico. O guia explica isso na primeira parte.

Isso substitui fisioterapia pélvica?

Não substitui nada. É conteúdo educativo, e serve tanto para quem ainda não conseguiu acesso a um profissional quanto para quem já está em acompanhamento.

Preciso contar pro meu parceiro?

As duas primeiras etapas são sozinha. A terceira tem um capítulo inteiro sobre como conversar — e ele é o mais relido do guia.

Em quanto tempo melhora?

O guia não promete prazo, porque seria desonesto. Corpo não tem cronograma. O que ele dá é uma sequência clara para você seguir no seu ritmo.

Chega alguma coisa na minha casa?

Não. É 100% digital, chega por e-mail em PDF. Na fatura aparece o nome da nossa empresa, sem referência ao conteúdo.

Você já aguentou tempo suficiente.

Não precisa continuar aguentando pra descobrir se dá pra mudar.

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Intimidade sem Dor — um guia da Libertina, escrito por Aline Marques.
Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica ou fisioterapêutica.

Prazer sem culpa. Sempre.
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